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Vendas oscilando no varejo de materiais de construção: como proteger o resultado com uma gestão mais eficiente

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Vendas oscilando no varejo de materiais de construção: como proteger o resultado com uma gestão mais eficiente

Vendas oscilando no varejo de materiais de construção: como proteger o resultado com uma gestão mais eficiente

Uma semana começa com o balcão cheio, vários orçamentos e entregas para programar. Na seguinte, o movimento diminui e as vendas ficam abaixo do esperado.

Para quem administra uma loja de materiais de construção, essa oscilação cria uma dúvida imediata:

o que fazer para proteger o resultado quando o faturamento perde força?

A reação mais comum é olhar somente para vendas.

Aumentar descontos. Criar promoções. Cobrar mais da equipe comercial. Tentar comprar mais barato. Cortar alguma despesa.

Algumas dessas decisões podem fazer sentido. O problema é tomá-las isoladamente.

Quando as vendas no varejo de materiais de construção oscilam, o resultado da empresa passa a depender ainda mais da capacidade de administrar margem, estoque, compras, despesas e fluxo de caixa de forma integrada.

Os próprios dados do varejo mostram por que essa capacidade de adaptação é importante. Em maio de 2026, por exemplo, o segmento de materiais de construção apresentou queda de 1,8% no volume de vendas em relação a maio de 2025 e, ao mesmo tempo, crescimento de 2,1% frente ao mês anterior na série ajustada sazonalmente. No acumulado até maio, havia queda de 1,0%. Ou seja: diferentes comparações podem mostrar movimentos distintos dentro de poucos meses.

Faturamento é importante, mas não é sinônimo de lucro

Uma loja pode vender mais e terminar o mês com resultado pior.

Também pode atravessar um período de vendas mais fracas e preservar melhor sua rentabilidade ao administrar custos, margem, estoque e caixa.

Imagine duas lojas.

Loja A

Faturou R$ 1 milhão no mês, mas:

  • concedeu muitos descontos;
  • aumentou o estoque sem necessidade;
  • teve baixa margem em categorias importantes;
  • realizou compras acima da demanda;
  • aumentou despesas;
  • vendeu parte relevante com recebimento futuro.

Loja B

Faturou R$ 900 mil, mas:

  • preservou melhor as margens;
  • reduziu itens de baixa movimentação;
  • comprou de forma mais seletiva;
  • controlou descontos;
  • manteve despesas sob acompanhamento;
  • protegeu o caixa.

O faturamento da primeira foi maior.

Isso não significa automaticamente que seu resultado também tenha sido.

É por isso que, em períodos de oscilação, a pergunta não deve ser apenas:

“Quanto vendemos?”

Ela precisa evoluir para:

“Quanto realmente estamos ganhando com aquilo que vendemos?”

O primeiro passo é entender onde a venda está oscilando

Antes de reagir, é necessário localizar o problema, a gestão precisa decompor o faturamento.

Algumas análises importantes incluem:

  • vendas por categoria;
  • vendas por vendedor;
  • vendas por filial;
  • ticket médio;
  • quantidade de clientes atendidos;
  • conversão de orçamentos;
  • quantidade vendida;
  • margem;
  • descontos;
  • comportamento por dia ou período.

Quanto mais específica for a análise, mais precisa pode ser a decisão.

1. Proteja a margem antes de perseguir faturamento a qualquer custo

Quando as vendas diminuem, o desconto costuma aparecer rapidamente como tentativa de recuperar volume.

Mas desconto não cria resultado automaticamente.

Considere um produto vendido por R$ 100 com margem bruta de R$ 30 antes das demais despesas.

Se a loja concede R$ 10 de desconto sem redução correspondente no custo, parte relevante daquela margem desaparece.

Para compensar isso, será necessário vender mais unidades.

Esse é um dos erros mais comuns em momentos de pressão comercial:

Tentar recuperar faturamento sacrificando justamente o que deveria ser protegido — a margem.

Isso não significa abandonar promoções.

Significa utilizá-las com objetivo e cálculo.

Em alguns casos, um desconto pode ajudar a liberar estoque parado, em outros, pode ajudar a fechar um orçamento importante.

Mas aplicar desconto generalizado em produtos que já possuem boa saída pode apenas reduzir rentabilidade.

2. Analise a margem por categoria e produto

A margem média da empresa pode esconder problemas.

Imagine uma loja que mantém uma margem geral aparentemente adequada.

Ao detalhar por categoria, percebe que:

  • tintas mantêm boa rentabilidade;
  • ferramentas estão estáveis;
  • materiais hidráulicos melhoraram;
  • pisos apresentam queda contínua;
  • cimento possui margem muito apertada.

Agora existe uma visão gerencial muito mais útil.

O acompanhamento pode ser realizado por:

  • produto;
  • categoria;
  • vendedor;
  • loja;
  • cliente;
  • período.

Uma fórmula básica

Margem bruta = receita de vendas – custo das mercadorias vendidas

E, de forma percentual:

Margem bruta (%) = margem bruta ÷ receita de vendas × 100

A forma exata de cálculo gerencial deve seguir os critérios utilizados pela empresa, especialmente na composição dos custos.

O mais importante é acompanhar a evolução.

Se um produto continua vendendo, mas sua margem diminui mês após mês, existe um problema que o faturamento sozinho não mostra.

3. Não deixe o estoque crescer enquanto a demanda diminui

Quando as vendas oscilam, o estoque precisa receber atenção especial.

Comprar seguindo o mesmo ritmo de um período de maior venda pode criar excesso rapidamente.

Imagine uma loja que vendia 500 unidades mensais de determinado produto e passou a vender 350.

Se as compras continuam planejadas para 500, o estoque começa a crescer.

O problema não aparece imediatamente no faturamento.

Ele aparece no capital.

Dinheiro que poderia permanecer no caixa passa a ficar imobilizado em mercadoria.

4. Reveja a cobertura de estoque

Um indicador útil para períodos de oscilação é a cobertura.

De forma simplificada:

Cobertura de estoque = estoque disponível ÷ consumo médio do período

Imagine que uma loja possua 600 unidades de determinada torneira.

A venda média caiu para 100 unidades por mês.

A cobertura aproximada é de seis meses.

A pergunta passa a ser:

Faz sentido fazer uma nova compra agora?

Talvez não.

Enquanto isso, outro produto pode ter cobertura de apenas alguns dias e risco de ruptura.

Uma boa gestão direciona capital para onde existe maior necessidade.

5. Diferencie estoque necessário de estoque parado

Nem todo estoque alto é necessariamente ruim.

Alguns produtos precisam manter uma cobertura maior. O problema é manter estoque alto sem uma justificativa comercial.

Por isso, o gestor deve separar pelo menos três situações:

Estoque saudável

Possui saída compatível com a quantidade disponível.

Estoque de atenção

A cobertura aumentou e precisa ser acompanhada.

Estoque parado ou de baixo giro

Permanece longos períodos sem movimentação ou possui quantidade muito superior à demanda observada.

Cada grupo exige uma ação diferente.

O primeiro precisa ser reposto adequadamente.

O segundo pode exigir revisão de compras.

O terceiro pode demandar transferência, negociação, exposição, venda dirigida ou outra estratégia.

6. Compras precisam acompanhar a nova realidade das vendas

Em períodos de crescimento, certos hábitos de compra podem passar despercebidos.

Quando o faturamento oscila, eles aparecem.

Comprar porque “sempre compramos essa quantidade” é um deles.

O comprador precisa trabalhar com informações atuais.

Cuidado com o desconto do fornecedor

Uma oferta pode parecer excelente:

“Compre mais 300 unidades e ganhe 8% de desconto.”

Mas se a loja levar seis meses para vender esse volume, a economia no preço de aquisição precisa ser comparada ao capital imobilizado e ao risco de excesso.

Comprar barato uma mercadoria que não gira pode sair caro.

Em períodos de maior oscilação, negociação continua importante, mas precisa caminhar junto com planejamento.

7. Use transferências entre filiais antes de comprar novamente

Para redes, existe outra oportunidade.

A loja A pode estar sem determinado produto enquanto a loja B possui excesso.

Antes de gerar uma nova compra, vale analisar o estoque disponível nas demais unidades.

Exemplo

  • Loja A: 10 caixas de determinado piso e boa saída.
  • Loja B: 120 caixas e baixa movimentação.
  • CD: 30 caixas.

Dependendo da distância, custo e características do produto, uma transferência pode ser mais interessante do que uma nova compra.

Isso exige visão integrada dos estoques.

Quando cada filial enxerga apenas a própria operação, a empresa pode comprar um produto que já possui em excesso dentro da rede.

8. Olhe para o fluxo de caixa, não apenas para o caixa de hoje

Oscilação nas vendas também exige mais atenção ao financeiro.

A empresa pode possuir dinheiro em conta agora e ainda enfrentar dificuldade nas semanas seguintes.

O motivo é simples:

o caixa futuro depende dos compromissos já assumidos.

O gestor precisa acompanhar:

  • contas a receber;
  • contas a pagar;
  • vencimentos;
  • compras programadas;
  • impostos;
  • folha;
  • despesas fixas;
  • financiamentos;
  • recebimentos previstos.

Fluxo de caixa projetado

A projeção ajuda a antecipar períodos de maior pressão.

Imagine que o faturamento caiu em agosto, mas a loja possui vários pagamentos de compras realizadas em meses anteriores vencendo em setembro.

O problema financeiro pode aparecer depois da queda comercial.

Quando a empresa identifica isso antecipadamente, ganha tempo para ajustar compras, renegociar condições ou reorganizar despesas.

9. Evite cortar despesas de forma indiscriminada

Quando as vendas diminuem, reduzir custos pode ser necessário.

Mas existe diferença entre eliminar desperdício e enfraquecer a capacidade de vender e operar.

Cortar treinamento da equipe, manutenção essencial ou ações comerciais que comprovadamente geram resultado pode produzir economia no curto prazo e problemas depois.

Uma boa gestão não corta por reflexo, ela prioriza.

10. Trabalhe melhor os orçamentos já existentes

Nem sempre a primeira oportunidade está em atrair novos clientes.

Pode existir venda dentro da própria base de orçamentos.

No MATCON, muitos clientes pesquisam antes de fechar uma compra maior.

Pisos, louças, metais, tintas, ferramentas e materiais para uma reforma podem gerar orçamentos que permanecem abertos por vários dias.

A gestão comercial pode acompanhar:

  • número de orçamentos;
  • valor total;
  • taxa de conversão;
  • tempo médio até o fechamento;
  • vendedor;
  • categoria;
  • motivo da perda quando conhecido.

Exemplo

Uma loja realizou 300 orçamentos no mês anterior.

Apenas 90 foram convertidos.

Antes de investir mais para gerar novos contatos, vale entender o que aconteceu com os demais.

  • Preço?
  • Produto indisponível?
  • Prazo de entrega?
  • Cliente adiou a obra?
  • O concorrente ofereceu outra condição?
  • O vendedor não retornou?

Esse acompanhamento ajuda a identificar oportunidades comerciais com mais precisão.

11. Aumente o ticket com venda complementar relevante

Aumentar resultado não significa apenas aumentar o número de clientes.

Também pode significar atender melhor cada venda.

No MATCON, existe forte potencial para vendas complementares quando elas fazem sentido para a necessidade do cliente.

Quem compra piso pode precisar de:

  • argamassa;
  • rejunte;
  • niveladores;
  • espaçadores.

Quem compra tinta pode precisar de:

  • rolos;
  • pincéis;
  • fitas;
  • bandejas;
  • materiais para preparação.

Quem compra uma furadeira pode precisar de brocas adequadas.

O objetivo não é empurrar produtos.

É evitar que o cliente saia da loja com uma solução incompleta e tenha de buscar os complementos em outro lugar.

Uma equipe bem treinada consegue combinar atendimento melhor com aumento do ticket.

12. Cuidado para não confundir promoção com estratégia comercial

Promoções são ferramentas.

Não deveriam ser a única resposta para vendas fracas.

Antes de criar uma campanha, defina o objetivo. Depois, acompanhe o resultado.

Uma promoção que aumenta faturamento, mas reduz muito a margem, pode não ter cumprido o objetivo econômico.

Também vale analisar se o aumento de vendas ocorreu por novos negócios ou se clientes que já comprariam apenas pagaram menos pelo mesmo produto.

13. Priorize clientes e relacionamento

Quando conquistar cada nova venda fica mais difícil, conhecer a própria base de clientes ganha ainda mais importância.

Uma loja pode possuir clientes que compravam regularmente e diminuíram a frequência.

Profissionais da construção que deixaram de pedir orçamento.

Pequenas construtoras sem movimentação recente.

Clientes que fizeram uma grande compra meses atrás e podem estar em uma nova etapa da obra.

A gestão comercial pode utilizar o histórico para orientar contatos.

A abordagem deve ser útil.

Em vez de simplesmente perguntar “vai comprar alguma coisa?”, o vendedor pode entender a fase do projeto e verificar se existe alguma necessidade em que a loja possa ajudar.

Relacionamento comercial depende de informação e continuidade.

14. Proteja o capital de giro

Estoque, compras, prazo para clientes e pagamentos a fornecedores estão diretamente conectados ao capital de giro.

Quando as vendas diminuem, essa relação fica mais sensível.

Imagine a seguinte sequência:

  1. a empresa mantém compras elevadas;
  2. o estoque cresce;
  3. as vendas ficam mais lentas;
  4. o dinheiro demora mais para retornar;
  5. fornecedores continuam vencendo;
  6. a pressão sobre o caixa aumenta.

Esse é um exemplo clássico de como uma questão aparentemente comercial pode se transformar em problema financeiro.

Para proteger capital de giro, a empresa precisa acompanhar o ciclo completo.

Não apenas quanto compra ou vende isoladamente.

15. Compare faturamento, margem e caixa juntos

Três indicadores devem ser analisados em conjunto:

Faturamento

Mostra quanto foi vendido.

Margem

Ajuda a entender quanto da venda permanece depois do custo das mercadorias, conforme o critério utilizado.

Caixa

Mostra quando o dinheiro efetivamente entra e sai.

Esses três números podem contar histórias diferentes.

A loja pode faturar bem, ter margem baixa e caixa pressionado.

Pode apresentar margem adequada, mas possuir excesso de estoque.

Pode aumentar vendas e ainda elevar inadimplência.

É por isso que nenhum indicador isolado explica o resultado da empresa.

Quais indicadores acompanhar quando as vendas estão oscilando?

Um painel de gestão não precisa ter dezenas de números.

Precisa ter indicadores que ajudem a decidir.

O mais importante não é apenas visualizar o número, é comparar com o mês anterior, com o mesmo período do ano anterior, com a meta, com outras lojas, com outras categorias, etc.

A gestão acontece quando o indicador leva a uma pergunta e a pergunta leva a uma ação.

Uma queda de vendas que não deveria ser resolvida com desconto

Imagine uma loja de materiais de construção com faturamento médio de R$ 800 mil mensais.

Nos últimos dois meses, as vendas caíram para aproximadamente R$ 720 mil.

A direção considera lançar uma campanha de desconto em toda a loja. Antes disso, decide analisar os dados.

Encontra quatro situações:

  1. Pisos e revestimentos concentram boa parte da queda.
  2. Materiais básicos permanecem praticamente estáveis.
  3. O estoque total cresceu porque as compras ainda estavam baseadas no ritmo anterior.
  4. A margem de algumas categorias já havia caído devido ao aumento de descontos.

Agora a decisão muda.

Em vez de desconto geral, a empresa:

  • revê compras de produtos com cobertura alta;
  • identifica itens de pisos com maior estoque e menor giro;
  • cria ações específicas para esses produtos;
  • acompanha orçamentos de revestimentos não convertidos;
  • reforça venda complementar;
  • ajusta compras à nova demanda;
  • monitora margem e caixa semanalmente.

A empresa pode não recuperar imediatamente todo o faturamento perdido, mas reduz a probabilidade de transformar a queda de vendas em três problemas simultâneos:

margem menor + estoque maior + caixa pressionado.

Esse é o objetivo de uma gestão eficiente em períodos de oscilação.

Como a tecnologia ajuda a proteger o resultado?

Quanto mais variáveis o gestor precisa acompanhar, maior a importância de informações integradas.

Imagine tentar analisar vendas, margem, estoque e caixa utilizando quatro planilhas diferentes.

Quando a informação finalmente estiver consolidada, parte do problema já pode ter evoluído.

Um ERP integrado permite conectar processos como:

  • vendas;
  • estoque;
  • compras;
  • financeiro;
  • fiscal;
  • logística.

Ferramentas de BI podem complementar essa estrutura apresentando indicadores, tendências e comparações de maneira mais acessível.

O objetivo da tecnologia não é decidir pelo gestor.

É reduzir o tempo entre o que acontece na operação e a percepção de que alguma ação precisa ser tomada.

Como a Santri contribui para uma gestão mais preparada para oscilações

Oscilações fazem parte da realidade do varejo.

O que diferencia as empresas é a capacidade de enxergar rapidamente o que está mudando e ajustar a operação.

A Santri atua há mais de 30 anos com foco no varejo de materiais de construção e conhece desafios recorrentes do segmento: estoques complexos, grande quantidade de SKUs, variações de custos, entregas, margens apertadas, diferentes unidades e necessidade de integrar comercial, compras, financeiro e operação.

Com uma gestão integrada, a empresa consegue construir uma visão mais consistente de vendas, estoque, compras, logística, financeiro e demais processos. Isso é especialmente importante quando o cenário exige decisões mais frequentes.

A tecnologia não elimina oscilações de mercado, mas informações confiáveis permitem responder melhor a elas.

Quando as vendas oscilam, gestão precisa ganhar precisão

As vendas no varejo de materiais de construção não seguem uma linha perfeitamente estável.

Sazonalidade, condições econômicas, perfil da região, clima, comportamento do consumidor, andamento de obras, concorrência e diversos outros fatores podem mudar o ritmo do negócio.

Nem todos eles estão sob controle do lojista.

Margem, estoque, compras, despesas, caixa, indicadores e processos estão muito mais próximos da sua gestão.

Por isso, quando as vendas diminuem, a resposta não deveria ser simplesmente:

“precisamos vender mais.”

A pergunta mais completa é:

“o que precisamos ajustar para proteger o resultado enquanto trabalhamos para vender melhor?”

Quanto mais rapidamente a empresa identifica essas situações, menor é a chance de uma oscilação comercial se transformar em um problema maior de rentabilidade ou liquidez.

Em períodos de vendas mais instáveis, eficiência não significa apenas fazer mais.

Significa decidir melhor sobre onde comprar, onde vender, onde investir e onde proteger recursos.

FAQ: dúvidas frequentes sobre oscilações nas vendas no varejo de materiais de construção

O que fazer quando as vendas de uma loja de materiais de construção caem?

Antes de recorrer a descontos, analise onde ocorreu a queda. Compare categorias, vendedores, filiais, ticket médio, conversão de orçamentos, margem e estoque. A ação deve responder à causa identificada.

Como proteger o lucro quando as vendas diminuem?

A empresa precisa acompanhar margem, despesas, compras, estoque e fluxo de caixa. Reduzir excesso, controlar descontos e ajustar compras à demanda ajuda a evitar que a queda de vendas gere problemas adicionais.

Vale a pena fazer promoção quando as vendas estão fracas?

Pode valer, desde que exista um objetivo definido e a margem seja calculada. Promoções generalizadas podem aumentar faturamento e, ao mesmo tempo, reduzir a rentabilidade da empresa.

Como o estoque afeta o resultado em períodos de vendas menores?

Se as compras continuarem no mesmo ritmo enquanto a demanda cai, o estoque pode crescer e imobilizar capital. Por isso, giro, cobertura e itens de baixa movimentação devem ser acompanhados.

Quais indicadores acompanhar quando as vendas oscilam?

Faturamento, margem, ticket médio, conversão de orçamentos, giro, cobertura, ruptura, estoque parado, compras, contas a pagar, contas a receber e fluxo de caixa são alguns dos principais.

Cortar custos é sempre indicado quando as vendas diminuem?

Não. O objetivo deve ser eliminar desperdícios e despesas pouco eficientes, sem comprometer atividades importantes para vendas, atendimento ou operação.

Como melhorar vendas sem depender apenas de desconto?

A empresa pode trabalhar conversão de orçamentos, venda complementar, relacionamento com clientes, disponibilidade de estoque, treinamento dos vendedores, mix e qualidade do atendimento.

Como um ERP ajuda em períodos de oscilação?

Um ERP integrado ajuda a conectar informações de vendas, estoque, compras, financeiro e logística. Isso permite que o gestor identifique mudanças com mais rapidez e tome decisões com dados mais consistentes.